03.04.2013

Entenda o seu gatinho

Dizem que pessoas que convivem com gatos tornam-se mais flexíveis a qualquer outro tipo de convivência. Porque será?! Sim, os felinos têm características intransigentes e personalidade muito forte. Deve ser por isso. Mas se você é mãe de primeira viagem de um felino, aprenda a entendê-lo melhor. No final das contas, nem é tão difícil.

Quando você convidar um amigo para ir a sua casa e o seu gatinho gostar dele, vai querer “marcar território” com as suas glândulas de cheiro, tornando a pessoa integrante da família. Como? Esfregando-se nela. E o pior: quanto mais o bichano notar que o amigo não gosta, mais ele vai fazer. Sim, esta é a forma simpática de recepção felina. Mas não se preocupe. Caso o seu gato não seja simpático e sociável, ele simplesmente vai se refugiar e se esconder um pouquinho, até a visita ir embora. E não sair arranhando feito louco como a maioria pensa.

Você já viu os gatos limpando em baixo das patinhas logo após a refeição? Isso quer dizer que eles usaram elas para comer? Não, nada disso. Isso quer dizer que eles vão usar as patas para limpar a região da boca e do rosto que ficaram com restos de ração. E para limpar a carinha com as patas, elas precisam estar limpas. Sim, eles são muito asseados.

Ah, muito importante! Se você gosta de ouvir música, preste atenção no seu gato. Eles desenvolvem gostos musicais e são mais sensíveis a alguns sons que a outros. Geralmente o rock perturba um pouco os felinos. Mas isso não quer dizer que ele não goste de música. Então teste diferentes melodias.

Eles emitem vários sinais, e nós devemos interpretar. Novas mães de felinos, estejam atentas!

 

Fotos: Pinterest

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Equipe Casamenteiras

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06.03.2013

Alimentação correta para os pets

Apesar de serem praticamente da família, precisamos ter a consciência de que os cães devem ser alimentados como tal. E acredite: isso é para o bem de todos. É melhor para o seu cãozinho e para a sua família também que ele se alimente de maneira correta.

Então fique ligada nos cinco principais erros dos donos na hora de dar comida ao pet. E nada de coração mole na hora de encarar o olhar de pedinte que só um cão sabe fazer para pedir um petisco.

Erro número 1: Dar um pouco da sua comida ao cachorro durante a refeição

Este é o momento mais difícil de resistir aos olhos pidões. Imagine que para o cachorro, nossa comida é muito mais atraente que para nós (que já é bastante chamativa), já que eles têm 300 milhões de receptores olfativos, enquanto os humanos têm somente 6 milhões. Claro que eles vão querer um pedacinho, não é mesmo?!

Mas as comidas que não são próprias para os cães podem ser muito saudáveis para a gente e fatais para eles. Como o tomate, por exemplo, que pode ajudar no desenvolvimento de úlceras dolorosas para os nossos amigos. E claro, além de tudo isso, tem o fator comportamental. Como querer educar um animalzinho, cedendo a todas as suas vontades?

Erro número 2: Escolha errada da ração

Se o seu cachorro come somente ração, ótimo. Mas é preciso escolher o alimento ideal. Existe no mercado inúmeras marcas que oferecem nos rótulos verdadeiras promessas de felicidade para o cão e para o dono. Mas é preciso sempre contatar um bom veterinário para saber qual a escolha certa.

Por exemplo, a coloração que deixa a ração mais atraente e mais cheirosa é rica em sódio, o que não é saudável. Portanto, prefira as de grãos mais marrons, sem corantes. Além disso, é sempre mais saudável a ração seca. Além de serem mais prática e de maior durabilidade, o atrito com os dentes ajuda na eliminação de tártaros.

Erro número 3: Dar ossos sem supervisão

Primeiro: ossos não são bem vindos na alimentação canina. Segundo: muito menos sem a supervisão do dono. A maioria das pessoas já sabe que os ossos de galinha são verdadeiras armas pois se transformam em lascas que para o estômago do cão são navalhas. Ou podem trancar na garganta e cortar seriamente. Mas os outros tipos de ossos são encarados naturalmente. É aí que a gente se engana.

Claro que, assim como a ração seca, eles são aliados na higiene bucal no que diz respeito aos tártaros. Mas os pequenos fragmentos podem cortar a boca, a língua e a gengiva e machucar o animal. E claro, é melhor dar um osso específico para cães, destes vendidos em pet shop.

Erro número 4: Petiscos

O erro com o petisco funciona mais ou menos como a ração. Apesar de serem específicos para cães, muitos contêm substâncias nada saudáveis. E além disso se dados em exagero podem causar obesidade, que leva a uma série de outros problemas.

E claro, ceder aos caprichos de um cão mal acostumado não é nada bom.

Erro número 5: Pote de ração sempre cheio

O ideal é que seu cão tenha uma rotina alimentar. Duas ou três vezes ao dia, dependendo da recomendação do veterinário. Deixar o pote sempre cheio resulta em uma alimentação desregrada e incentiva o animal a comer mais do que o necessário. Afinal, a comida está ali para comer, não é mesmo?!

 Mudar a alimentação é simples. Basta ter responsabilidade como se fosse com um filho. Eles exigem cuidados especiais. E claro, essa mudança resulta em maior qualidade de vida e felicidade com o pet em casa.

Foto: Pinterest

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Equipe Casamenteiras

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31.03.2012

Biscoitos caseiros para seu cãozinho

Meninas, que tal aproveitar o feriado que está por vir e mimar um pouco seu cãozinho fazendo esses biscoitos caseiros para eles!

Cães adoram um petisco, né, então às vezes é legal a gente fazer um agradinho para eles, afinal se dedicam em tempo integral para alegrar nossos dias!

Essa receita é super fácil de fazer e dá pra incrementar com legumes ou outros ingredientes naturais e saudáveis!

Claro que petiscos não substituem a dieta com ração que é bem completa de nutrientes, mas eventualmente um mimo assim não tem problema nenhum!

Então, na próxima vez que quisermos mimar nossos cãezinhos, já temos a dica:

Biscoito Caseiro para Cães

Ingredientes:

1 xícara de farinha de trigo
1/4 xícara de gérmen de trigo 
1/4 xícara de levedo de cerveja (fermento)
1 colher de chá de sal 
1 1/2 colheres de sopa de óleo de canola 
1/2 xícara de caldo de galinha

Preparo:

1. Pré-aqueça o forno a 400º C. Em uma tigela média, misture a farinha de trigo, gérmen de trigo, o fermento e o sal. Reserve.

2. Coloque o óleo em uma tigela grande. Vá adicionando aos poucos a mistura reservada e o caldo de galinha, intercalando um e outro.  Misture bem.

3. Em uma superfície levemente enfarinhada, enrole a massa deixando uma espessura de 1 cm (menos, se seu cãozinho for pequeno). Use um cortador de biscoitos em forma de ossinhos ou o que tiver em casa. Só observe para que os biscoitos sejam de um tamanho adequado para o que seu cão está acostumado a comer.

5. Espalhe os biscoitos em uma assadeira forrada com papel manteiga. Pincele com caldo de galinha.

6. Asse os biscoitos por 10 minutos. Vire os biscoitos, pincele com o caldo novamente, e volte ao forno por mais 10 minutos. Desligue o forno, deixando a porta fechada. Deixe os biscoitos no forno por mais 1 hora e meia, até ficarem bem sequinhos. 

7. Armazene-os em um recipiente bem vedado, pode ser um pote hermético ou aqueles saquinhos com fecho, e guarde em temperatura ambiente.

Assim, sempre teremos biscoitos fresquinhos para oferecer aos nossos pets! Pelo que andei lendo em sites que falam sobre cães, a receitinha faz sucesso entre eles!

Para quem quiser dar uma colorida e mudar os sabores, experimentem acrescentar purê de legumes ou verduras e podem ir dosando o ponto da massa com a farinha de trigo se ficar muito amolecida ou o caldo de galinha/água se ficar seca demais!

E se quiserem personalizar, podem escrever o nome do seu pet com um palito antes de levar os biscoitos ao forno. É uma boa ideia para presentear amigos que tenham cachorros… Ou melhor, cachorros de amigos, imaginem a festa?!

Receita: Adaptada de Martha Stewart

Fotos: Pinterest e Getty Images

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Karen Melzer

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15.03.2012

Obesidade em Cães e Gatos

Assim como em seres humanos, a obesidade em animais se define pelo acúmulo excesivo de gordura no corpo. É a doença nutricional mais comum em cães e gatos, leva a disfunções corporais e consequentemente reduz a expectativa e a qualidade de vida dos bichanos!

O que predispõe o ganho de peso é a ingesta excessiva de calorias e o baixo gasto de energia. Dieta caseira, petiscos ao pé da mesa e alimentação fora dos horários habituais podem ser os maiores vilões!

Informações importantes:

Normalmente, filhotes gastam mais energia e acabam tendo uma ingestão maior, enquanto animais idosos, fêmeas e castrados gastam bem menos energia e precisam ter sua dieta adaptada a essas condições. Não é legal deixar a ração toda a disposição, ou ceder sempre que eles aparecerem com aquele olhar “pidão” pra vocês! Mantenham a recomendação indicada para a idade e a raça deles e estimulem brincadeiras!

Animais em apartamentos ou que passam a maior parte do dia sozinhos tem mais propensão a obesidade, justamente por não terem companhia ou alguém estimulando-os a brincar!

Claro que o veterinário levará em consideração também o histórico do nosso pet, características, raça ou doenças pré-existentes que podem interferir e causar esse ganho desproporcional de peso. Mesmo tendo um veterinário a disposição, é nossa responsabilidade ficarmos atentos aos primeiros sinais, até porque é assim que poderemos  ajudar a evitar as maiores complicações da obesidade: diabetes tipo 2, doenças respiratórias e cardíacas, osteoartrite, hipertensão e câncer.

Existem programas de exercícios e dietas prescritos por veterinários que tem resultado muito positivo no tratamento da obesidade, mas podemos tomar iniciativas com algumas ações simples! Isso vale como prevenção, assim como nós não devemos nos entregar ao sedentarismo, nossos pets também devem ser estimulados a manter um equilibrio saudável entre as brincadeiras e a alimentação!

No caso dos gatos, procurar estimular com brincadeiras de caça, brinquedos que atraiam a atenção deles, colocar a ração mais distante dele ou num lugar mais alto, que faça-o andar além do habitual já ajudará na perda de peso. As vezes é um processo lento, mas necessário!

Para os cães também é preciso estimular brincadeiras e caminhadas. E se vocês tem o hábito de correr, levem-os para correr junto, façam com que eles se exercitem e gastem as calorias excedentes!

Detalhes que devem ser levados em conta:

Gatos: são preguiçosos por “natureza” – sim, mas nem tanto! Não deixem que isso mascare possíveis problemas de obesidade. Por serem mais letárgicos ou mais preguiçosos, o problema pode passar despercebido. Se notar que seu gato, que era super brincalhão, anda ficando muito tempo deitado, praticamente naquela vidinha de “comer e dormir” e quase não brinca mais, procure logo um veterinário!

Cães: no caso deles o que acontece é que nem sempre é só uma ingesta maior de calorias que causa a obesidade, cães são suscetíveis a doenças como hipotireoidismo por exemplo, que podem ser responsáveis pelo ganho excessivo de peso. Por isso é tão importante que o veterinário faça o acompanhamento. Não dá para simplesmente diminuir a alimentação, tem que investigar as causas sempre, do contrário, ao invés de ajudar seu bichano, você pode estar causando mais problemas!

Aqui tem uma tabela super completa com as características e alterações em relação ao peso, vale a pena analisar e comparar com seu pet em casa!

Lembrando que o essencial é que sejamos responsáveis com saúde deles, assim como devemos ser com a nossa!

Procurar um veterinário (essa dica sempre vai estar presente) é fundamental para que tudo ocorra da maneira correta, do diagnóstico ao tratamento, tudo deve ser supervisionado por esse profissional. Dietas, exercícios e algumas recomendações especiais para cada caso devem vir destes profissionais sem dúvida nenhuma, pois é a vida – e a qualidade de vida – do seu pet que está em jogo!

Via: Pet Shop AuqmiaCachorro Ideal e Pet Obesity Prevention

Fotos: Westbridge Veterinary Hospital

 

Post escrito por:
Karen Melzer

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13.03.2012

Hamster – Dicas e cuidados

Hamster é um bichinho muito fofo, né… Quem já não viu em filmes, desenhos e afins esses pequenos roedores, geralmente acima do peso, roendo literalmente tudo que encontram de comida? Pois é, agora falando sério, são animais de pequeno porte, que exigem pouco espaço, o que torna a opção ideal para quem mora em apartamentos, mas claro que requer alguns cuidados – isso não tem como escapar – como todo animal de estimação, né!

Pesquisei algumas informações bem importantes para quem está pensando em ter um, mas é legal ir atrás de mais informações, principalmente com quem tem ou já teve um em casa, pois certamente terá experiências pra dividir com vocês!

Pra começar, informações de profissionais:

Os Hamsters são roedores pertencentes á subfamília Cricetinae, que contêm cerca de 18 espécies diferentes.

Dessas, cinco são domesticadas e vendidas como animais de estimação.

O seu nome vem do alemão “hamstern”, que significa “guardar”, uma vez que muitas espécies possuem bochechas dilatáveis na qual eles carregam comida e forragem para serem guardadas em sua toca.

Em seu habitat, eles vivem em tocas subterrâneas durante o dia para evitar serem capturados por predadores.

A sua dieta contém uma grande variedade de alimentos, como frutas, nozes, vegetais e insetos.

Todas as espécies possuem grande dentes incisivos que estão em constante crescimento e necessitam estar sempre roendo algo para evitar que cresçam demais.

São pequenos e com a pelagem variada, com cores entre cinza, caramelo, branco, preto e malhado.

São roedores muito sociáveis, mansos e muito ativos.

Se você escolher ter um desses em casa, observe alguns cuidados que terá de incluir na sua rotina:

Cuidados com a limpeza e escovação do animal: São dispensáveis banhos em seu animal. A não ser que ele esteja realmente muito sujo e mal-cheiroso, você pode passar uma toalha úmida sobre ele e depois secá-lo usando outra toalha. Atenção: nunca passe talco ou sabão em seu hamster ou molhe sua cabeça!
A escovação em hamsters não é muito importante, apenas deixa-o mais bonito e pode limpar seu pêlo. Ele também pode gostar que você escove suas costas. Use uma escova de dentes com cerdas macias (pode ser uma não usada mais) e não use água.

Cuidados com as unhas e dentes do hamster: Os dentes dos hamsters crescem continuamente, sem parar. Por isso, a ração dada aos hamsters deve ser dura, para que eles gastem seus dentes. Ela deve incluir sementes, grãos e pedaços de biscoito para cachorro duros. Também é recomendável dar galhos de árvores frutíferas para eles roerem ou outros acessórios especiais que podem ser encontrados em alguns Pet Shops.
As unhas dos hamsters podem incomodar um pouco quando você for segurá-lo. Se elas estiverem muito grandes e estiverem arranhando muito, você pode forrar uma parte da gaiola com lixas para que ele apare as unhas ou então pode levar a um veterinário especializado para o corte das mesmas.

Cuidados com o local onde a gaiola vai ficar: A gaiola deve ficar longe de correntes de ar intensas. É recomendável ficar no interior de cômodos onde a janela fique fechada, nunca na parte externa.
A gaiola deve ficar longe da exposição solar.
A gaiola deve ficar longe de tintas, produtos de limpeza e combustíveis que exalem um cheiro muito forte. Isto pode acarretar alergias e doenças.

Cuidados diários: Mantenha sempre água fresca, limpa e abundante à disposição do animal.
Renove sempre a quantidade de comida do hamster.
Mantenha sempre à disposição do hamster papel higiênico sem cheiro e/ou algodão para que ele construa seu ninho.

Cuidados semanais: Troque a serragem e lave as partes principais da gaiola e seus acessórios com sabão neutro e água. Os potes de água e comida devem ser limpos somente com água.
(Caso queira manter a gaiola sempre com cheiro agradável, essa troca pode ocorrer mais de uma vez por semana)

Cuidados mensais: Troque a serragem e dê uma lavada rigorosa em toda a gaiola com sabão neutro e água. Os potes de água e comida devem ser limpos somente com água.

Quando for pegá-lo para brincadeiras: Antes de segurar seu hamster, lave sua mão com sabão neutro. Se sua mão tiver cheiro de comida, seu hamster pode mordê-lo acidentalmente, pois a visão deste roedor é muito ruim.
Segure-o em cima de uma mesa ou em locais baixos para que no caso de seu hamster cair não haja ferimentos.
Não segure-o demais. Volte-o na gaiola algum tempo depois, para que ele não fique irritado.
Hamsters do tipo anão russo e roboroviski são caracterizados pela grande atividade. É difícil portanto segurá-lo pois ele pode pular da sua mão, o que pode ser fatal. Evite portanto segurá-lo por muito tempo e deixá-lo na mão de crianças.

Quando for soltá-lo para passeios:
 Solte-o em locais onde não existam riscos de choques elétricos, quedas, queimaduras, etc. Fique sempre vigiando o hamster para que ele não entre em locais inacessíveis, onde você não poderá pegá-lo depois.
É recomendável usar uma pequena coleira para evitar que ele fuja ou rodas de exercício do tipo esfera, onde ele poderá andar sem risco de entrar em locais pequenos ou se acidentar. Se não tiver esses dois acessórios, tome o máximo de cuidado possível.
Solte-o dentro de casa, em quartos por exemplo. Não solte-o no quintal ou fora de casa. Você terá poucas chances de recuperá-lo depois.

 

Bem, são algumas informações que podem tanto ajudar na decisão quanto esclarecer dúvidas de quem já tem um hamster em casa! Acho que dá para ter uma boa ideia de como é ter um animalzinho desses em casa! Dá trabalho sim, exige tempo e dedicação também, como todos os outros bichinhos de estimação e a gente tem que ter essa disponibilidade para eles, do contrário, é melhor não tê-los!

Agora, que são umas fofuras, isso não tem como negar!!!

 

Via: Clínica Veterinária Happy Dog e Hamster Friend

Fotos: Pinterest

Post escrito por:
Karen Melzer

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