Primeiro Bebê
A tal da redinha
Esta é uma dica preciosa!! Você, mãe de primeira viagem, não conhece a redinha para dar banho no bebê?? Indispensável, meninas!!! Esta redinha salva as nossas vidas, é maravilhosa! O Rafa nasceu pequeninho pequeninho, nasceu de 35 semanas, então dava medo dar banho nele. Com a redinha tudo ficou bem mais fácil, tanto a mamãe quanto o bebê ficam mais seguros, e o banho acaba sendo muito mais gostoso. Estou parando de usar só agora que o Rafa já está com 9 meses e não pára mais quieto no banho. Então a redinha já era, ele quer ficar sentado na banheiro molhando todo mundo!!!
Abaixo seguem fotinhos do Rafa. Sério, eu não seria a mesma mãe sem esta rede… Eu e meu marido criamos o hábito de dar banho nele todos os dias, e a redinha teve papel fundamental! Então não esquece de incluir este item na listinha do seu enxoval, heim? Uma coisinha boa de pedir no seu chá de bebê.
Onde comprar? Em lojas que vendem artigos para bebês. Eu ganhei de presente e depois comprei mais uma no shopping Iguatemi de Porto Alegre. Online encontrei neste site aqui, mas não conheço.
Fotos: reprodução e Casamenteiras
Post escrito por:
Karen Melzer
Ensinando seu filho a dormir
Sério, estou impressionada com as dicas da “A Encantadora de Bebês“. Pode parecer besta, mas este livro mudou a minha vida, e a do meu filho também. Eu postei já no Instagram a capa do livro com este comentário e foi o maior bafafa… leitoras dando suas opiniões e dizendo que cada bebê é um, etc e tal. Concordo totalmente, cada bebê é único, mas vou dar o meu depoimento aqui.
Comprei o livro durante minha gravidez e comecei a ler. Parei. Não consegui aplicar as técnicas do E.A.S.Y (comer, atividade, dormir, você) no Rafael, achava impossível colocar um recém-nascido numa rotina assim, não funcionava pra mim. A tal Refeição dos Sonhos nunca adiantou… Meses foram se passando e nada do Rafael dormir direito. Até que ele completou 8 meses dia 1/4, e eu decidi que estava na hora de agir! Peguei o livro e li todos os capítulos que me interessavam.
A situação era a seguinte:
Rafael, 8 meses, conseguindo ficar sem mamar, aproximadamente, 6 horas durante a noite, mas acordando de 1 em 1 hora e praticamente dormindo apenas no colo. Ficava no colo cerca de 40 minutos, quando ia para o berço acordava. E assim era a noite inteira. As sonecas durante o dia não existiam… as vezes 30 minutos, as vezes 20. E o menino passava bocejando. Um dia tomava banho e depois jantava, outros jantava e depois tomava banho. Rotina ZERO. Culpa de quem: da mãe, é claro! Ou seja: MINHA!
Então na noite do dia 31/03/2012 resolvi agir!
Li com todo atenção do mundo o capítulo sobre a técnica PU/PD (pegar e colocar no berço) e comecei a empregá-la naquela noite. O Rafael saiu do banho, dei mama e o coloquei para dormir – direto no berço. Nunca tinha feito isto antes e, é claro, ele chorou. A técnica consiste em não deixar o bebê chorar, mas assim que ele pára a gente deve colocá-lo imediatamente no berço (conheça o choro do seu bebê; conheça o choro mantra – vou fazer um post). E assim eu fiz – demorei 50 minutos (intermináveis) para conseguir fazer o Rafael dormir, peguei ele mais de 15 vezes. Durante este tempo falava com ele, explicava o que estava acontecendo: “a mamãe está aqui para ajudar o Rafa a dormir, eu sei que você está cansado e não consegue pegar no sono, isto é chato mesmo…”. Segue relatório da primeira noite:
- 19:30 – 20:18: PU/PD (50 minutos)
- 21:50: despertou, mas adormeceu em 5 minutos sem eu pegar no colo
- 00:15 – 00:30: ficou no berço
- 0:30 – mamou porque durante o dia não apliquei a rotina certinha. Arrotou e coloquei no berço
- 00:55 – dormiu
- 4:05 – 4:35: acordou xixi, troquei a fralda. PU/PD 5x (30 minutos)
- 4:41 – 4:47 PU/PD (6 minutos)
- 6:35 acordou
.
No dia seguinte, apliquei a mesma técnica para as sonecas, e o Rafael conseguiu descansar direitinho durante o dia. Na segunda noite já foi bem mais fácil o moço pegar no sono, apenas minutos. Segue relatório da noite 2:
- 19:00 – banho
- 19:10 – mama
- 19:30 – coloquei no berço e dormiu
- 22:55 – despertou, coloquei a chupeta sem tirar do berço
- 23:20 – despertou, coloquei a chupeta sem tirar do berço
- 00:45 – 1:50: PU/PD (55 minutos)
- 5:49 – 6:01: só coloquei a mão nele e voltou a dormir
- 6:43 – 6:46: só coloquei a mão nele e voltou a dormir
- 7:01 – bico
- 7:16 – acordou
.
Como vocês podem ver através dos relatórios, criei um diário no qual anoto tudo que acontece durante o dia. Hora das sonecas, refeições, quanto tempo demorou para pegar no sono, etc. É fundamental fazer estas anotações, principalmente para vermos o progresso. Fiquei impressionada com a capacidade de aprender rápido que as crianças têm e de como é importante e necessário a rotina na vida desses pitocos.
Já faz quase um mês que o Rafael entrou neste ritmo, e agora ele acorda à noite no máximo uma vez porque caiu a chupeta ou porque passou xixi da fralda. Ele mama as 19:00 ou 19:30 após o banho e depois só as 6:00. Durante o dia tira duas sonecas de no mínimo 1 hora. Depois do banho está exausto e não gosta mais de se acomodar no colo para dormir, enquanto seguro ele para arrotar, depois de ter mamado, explico que já vou colocá-lo na caminha, que só estou esperando o arroto, mas que sei que ele quer ir se acomodar na cama que é muito gostosa. Percebo que meu filho está mais seguro e independente, fica numa boa no pula pula, sem precisar ficar no colo o tempo inteiro. Tenho certeza que o fato dele ter aprendido a dormir sozinho ajudou para que ele se sentisse assim!
Segue relatório da última noite:
- 19:30 – banho
- 19:40 – mama
- 19:50 – 20:05: dormiu no berço (vai se ajeitando e dorme sozinho)
- 23:00 – troquei a fralda com ele dormindo, pois toda noite tem passado xixi para roupa
- 3:00 – 3:15: despertou, mas dormiu sozinho no berço
- 6:00 – acordou
Fica aqui o meu depoimento para as mães desesperadas e exaustas que não enchergam luz no fim do túnel. Esta luz existe, viu? Só precisa de perseverança e paciência. O resultado é surpreendente!
obs.: O meu livro é o da capa rosa, valeu muito a pena comprar!!! Quer comprar? Clique aqui.
Fotos: reprodução
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Karen Melzer
Carrinho de bebê
Gente, se tem uma coisa importante para nós mamães é um bom carrinho de bebê. Mas como escolher o modelo certo e que caiba no nosso bolso?? Quando eu estava grávida, muita gente deu opinião, mas eu não dei muita bola… queria mais era comprar tudo bem lindo!! Hoje, na prática, entendo o que minhas amigas estavam querendo dizer: carrinho bom é aquele carrinho fácil de carregar!!
Bom… mas vou escrever a minha opinião. Carrinho prático mesmo, portátil e leve são os modelos conhecidos como guarda-chuva. Então a verdade é que carrinho prático para recém-nascido não existe!!! Esta é minha opinião! Eu comprei o Bugaboo Cameleon, top de linha nos EUA, um trambolho, e não me arrependo. Foi mega útil! Agora que o Rafa já está com 8 meses tenho usado Maclaren Quest, modelo guarda-chuva, mas até um mês e meio atrás ainda não dava, tinha que ser o Bugaboo.
Moral da história: você vai precisar de um carrinho maior, não tão prático e logo mais vai precisar também do tal modelinho prático. Considerações importantes na hora de escolher o carrinho para o recém nascido:
- Tem que caber no seu porta-mala;
- É ótimo quando o bebê conforto (car seat) encaixa no carrinho;
- Se puder escolher, opte por um modelo que acople o bassinet (moisés).
Abaixo os modelos dos carrinhos do Rafa, comprados nos EUA. Eu super recomendo os dois, são lindos, resistentes e macios. Nunca vi o Bugaboo para vender no Brasil, mas acho que o modelo que concorre com ele e que pode ser encontrado aqui é o Quinny.

Acima Bugaboo Cameleon - se optar por este modelo lembre de pedir na loja o adaptador para carseat, tanto para o carrinho quanto para o carro. Abaixo Rafael passeando no Rio de Janeiro

Fotos: reprodução e Casamenteiras
Post escrito por:
Karen Melzer
A escolha da babá
Gente! Não tem coisa mais difícil do que conseguir uma boa babá, principalmente porquê, para cuidar dos nossos filhos, somos muito mais que exigentes, não é mesmo?
Meu filhote já está com 6 meses e, graças à Deus, está em ótimas mãos. A babá do Rafa já tinha cuidado do meu sobrinho, por isso não passei por este dilema. Mas eu sei muito bem que este é um assunto polêmico, por isso merece ser abordado, né? Foi então que dei de cara com este super post no blog Ask Mi, da Marina Xandó, fofa e mãe da Maria Victoria (1 ano e 6 meses).
Lá ela deu dicas de quem já passou por isto, e eu complementei com alguns pontos que também acho importantes. Confere!
O primeiro passo é entrar em contato com uma agência especializada em babás ou falar com o maior número de amigos para receber uma indicação. Depois disso, marque a entrevista.
Na entrevista:
1. A aparência é o cartão de visita. Além disso, cheque se ela trouxe os documentos necessários como RG, currículo, comprovante de residência, telefones de lugares que ela já trabalhou;
2. Comece falando do seu filho, da rotina dele, etc.. Se você estiver grávida, fale um poquinho sobre o bebê (quantos meses de gestação, o sexo, quando vai nascer). Aqui, a ideia é verificar se há um interesse por parte da babá, principalmente se a criança já estiver nascido. Mesmo que a babá seja tímida, ela pode mostrar através da postura, gestos, se está interessada na criança. A Marina acha super importante, e eu também!!
3. Depois, passe para as questões mais práticas, como:
* Há quanto tempo ela trabalha como babá;
* Quais lugares que ela já trabalhou e qual era a idade das crianças que cuidou. Perceba aqui se ela fala com carinho sobre as crianças que ela cuidou. E quanto tempo ela ficou em cada emprego;
* Pergunte como era a rotina nas 2 últimas casas que ela trabalhou, as brincadeiras que ela fazia, a alimentação, viagens, etc;
* Questione se ela ainda tem contato com as crianças que cuidou;
* Porque saiu dos antigos trabalhos – Fundamental saber o porquê!;
* Se ela tem costume de viajar com a família;
* Se ela fuma ou bebe;
* Se possui ou se já teve algum problema de saúde;
* Como está o seu estado de saúde atual;
4. Depois de tirar todas suas dúvidas, traga os pontos que são pré-requisitos para trabalhar com você. Deixe claro que ela deve estar de acordo, se não nem se enquadra na vaga:
* Celular deve ser usado somente em em situações especiais (se um parente dela estiver doente, se ela estiver esperando uma ligação importante, etc). caso contrário, não usar enquanto estiver trabalhando;
* Informe como devem ser as roupas durante o horário do trabalho (se vai usar uniforme ou não). Se preferir, comunique que quer o cabelo sempre preso e que ela não use perfume.
* Deixe claro como funcionarão as folgas (semanais, um final de semana sim outro não, etc);
* Combine se o emprego é para morar ou passar dia. Se for para morar no emprego, enfatize que cuidar de um bebê é puxado e é preciso paciência e dedicação;
* Esclareça como serão os feriados;
* Deixe claro que atrasos e faltas só serão admitidos em situações urgentes e sérias. E que imprevistos devem ser comunicados o mais rápido possível;
* Pergunte um pouco sobre sua vida pessoal, com perguntas básicas como: se ela é casada, se tem filhos, se tem namorado, onde mora;
* Combine o salário previamente.
Se a criança já nasceu: No meio da entrevista, traga a criança para que a babá conheça. Neste momento analise seus gestos e comportamento. Mesmo que ela esteja tímida ou esteja com vergonha, você poderá perceber um pouco do seu jeito ou personalidade, fique atenta!
5. No final da entrevista, se você gostou da babá, o próximo passo é ligar para os lugares que ela trabalhou e pedir referências. Nestas ligações pergunte detalhes, como a rotina na casa, onde as crianças estudam, se a babá costumava viajar com a família. Também não esqueça de tirar a certidão de antecedentes criminais. Coloque no google: “antecedentes criminais de …” (estado em que foi emitido o RG da babá) e insira os dados do RG dela.
Importante: lembre-se, na entrevista, de tirar um xerox do RG da babá (frente e verso) caso ela não tenha levado uma cópia. Isso será importante para você pegar a certidão negativa de antecedentes criminais na internet.
Fotos: reprodução
Post escrito por:
Karen Melzer















